Cursos online del mes de abril Eikon: finanzas y economía

6 04 2020

training_app_bannertdUna amplia batería de cursos online disponibles (Ver programa completo)

Resumen de contenidos y registro

Lista de cursos

Accede a información macroeconómica en Eikon

Fecha y Hora: 8 Abril 2020 11:00 CEST / 23 Abril 2020 16:00 CEST

Eikon en el Mercado de Divisas

Fecha y Hora: 9 Abril 2020 16:00 CEST / 23 Abril 2020 17:30 CEST

Mercado de Renta Fija

Fecha y Hora: 9 Abril 2020 17:30 CEST / 22nd Abril 2020 16:00 CEST

Análisis de Metales: fundamentales y estimaciones de precio

Fecha y Hora: 13 Abril 2020 16:00 CEST / 28th Abril 2020 17:30 CEST

Accede y Analiza Forwards de Monedas

Fecha y Hora: 13 Abril 2020 17:30 CEST / 27th Abril 2020 17:30 CEST

Eikon para FX

Fecha y Hora: 14 Abril 2020 10:00 CEST / 30 Abril 2020 16:00 CEST

Eikon para Banca de Inversión

Fecha y Hora: 14 Abril 2020 10:00 CEST / 28 Abril 2020 16:00 CEST

Datos y noticias de Commodities en Eikon

Fecha y Hora: 14 Abril 2020 16:00 CEST / 21 Abril 2020 10:00 CEST

Datos y noticias de Commodities en Eikon

Fecha y Hora: 14 Abril 2020 16:00 CEST / 21 Abril 2020 10:00 CEST

Análisis de Portfolios

Cómo gestionar siguiendo value investing en tiempos difíciles

Curso introductorio de Análisis Técnico en Eikon

Fecha y Hora: 16 Abril 2020 10:00 CEST / 29 Abril 2020 16:00 CEST

Curso Inicial: Datastream Advance – Descarga de datos en Excel

Fecha y Hora: 16 Abril 2020 16:00 CEST / 29 Abril 2020 12:00 CEST

Aprende a descargar datos y series históricas de Datastream en Excel: Time Series Data, Static Request, Request Table, Navigator

 

Eikon en el Mercado de Agricultura

Fecha y Hora: 16 Abril 2020 17:30 CEST / 30 Abril 2020 17:30 CEST

Performance Evaluation and Monitoring with Portfolio Analytics

Fecha y Hora: 17 Abril 2020 10:00 CEST





Ciencia abierta para hacer frente al COVID-19

3 04 2020
Ciência Aberta para enfrentar o Covid-19

Eloy Rodrigues tem esperança que uma das poucas coisas positivas que possam resultar desta crise seja uma ciência mais aberta, mais responsável e mais comprometida com necessidades da nossa sociedade.


À semelhança do que já aconteceu em emergências sanitárias anteriores (como o ébola ou a zika), as organizações de saúde e a comunidade científica têm vindo a apelar à partilha do conhecimento (desde os dados de investigação até às publicações em revistas científicas) útil para a compreensão e o combate à pandemia provocada pelo Covid-19. E, de facto, nos últimos dois meses multiplicaram-se as iniciativas de partilha de dados, colaboração e acesso aberto por parte da comunidade académica, mas também das revistas, como a The Lancet e outras centenas, que disponibilizam temporariamente os seus conteúdos relacionados com o Covid-19.

Este comportamento comprova, mais uma vez, o que os defensores da ciência aberta têm vindo a repetir, com um sucesso limitado, há cerca de duas décadas: a investigação realizada de modo aberto, colaborativo e transparente, facilitando a partilha e a comunicação dos processos e resultados (dados, publicações e outros documentos), é a forma mais eficiente de promover o avanço da ciência e a geração de novo conhecimento, maximizando o retorno do investimento que as nossas sociedades realizam no sistema científico. E o que é válido para esta “ciência de emergência” é, em grande medida, válido também para a “ciência normal”. Porém, apesar de ter vindo a ser promovida por governos, decisores políticos e entidades financiadoras de todo o mundo, esta forma de fazer investigação é muito diferente das práticas científicas hoje predominantes, que se estabeleceram nos últimos 60 a 70 anos.

A partir de meados do século XX, o sistema de comunicação académica, até aí essencialmente orientado para a difusão e partilha do conhecimento entre a comunidade científica, sofreu uma profunda alteração. A transformação do sistema de publicação científica (até então dominado por organizações não lucrativas, como as sociedades científicas e editoras universitárias) num mercado altamente lucrativo (cerca de 4000 euros de receita por cada artigo publicado e lucros de 34% reportados pelo principal grupo editorial) e de oligopólio (dominado por cinco grandes grupos) e o crescente uso de métricas, como o “fator de impacto”, na avaliação dos investigadores e das unidades de investigação, estão na origem das práticas que hoje predominam.

A publicação, que era apenas um possível resultado final da investigação (não influenciando a definição dos seus objetos e métodos), passou em grande medida a orientar a investigação. Caricaturalmente, pode afirmar-se que em alguns contextos se deixou de publicar porque se investiga, para se passar a investigar para publicar. É, pois, uma alteração muito animadora a adoção de práticas abertas pelos investigadores e a disponibilização temporária em acesso aberto dos artigos científicos ligados ao Covid-19. Mas o que acontecerá daqui a um ano ou dois, quando estes artigos passarem a estar novamente apenas disponíveis mediante pagamento, ou novos artigos apenas possam ser publicados com o pagamento de taxas de publicação de 2000 ou 3000 euros? E será moralmente menos imperativo abrir e partilhar o conhecimento sobre as doenças cancerígenas, a diabetes, o Alzheimer ou as alterações climáticas?

Vivemos tempos extraordinários e concentremo-nos, pois, por agora, em partilhar todo o conhecimento que nos possa ajudar a ultrapassar esta enorme e inesperada emergência do Covid-19. Mas, quando voltarmos à “normalidade”, não nos esqueçamos como conseguimos minimizar os custos humanos desta crise e acelerar a sua resolução. Seria uma triste ironia que a comunidade científica e as suas instituições, que justamente reclamam a partilha dos dados e generosamente estão a colaborar para a geração do conhecimento que necessitamos, passada a crise voltassem às práticas de investigação e publicação fechadas e às avaliações baseadas em métricas e rankings (pouco ou nada “científicos”), que se convertem num fim em si mesmo. Tenho esperança que uma das poucas coisas positivas que possam resultar desta crise seja uma ciência mais aberta, mais responsável e mais comprometida com as necessidades da nossa sociedade.

Diretor dos Serviços de Documentação da UMinho (SDUM) e presidente da Confederação Mundial de Repositórios de Acesso Aberto (COAR)





Congreso de Recursos Educativos Abiertos OER20, en línea y gratuito, los días 1 y 2 de abril

1 04 2020

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Congreso de Recursos Educativos Abiertos OER20, en línea y gratuito, los días 1 y 2 de abril

Este congreso es un clásico de los OER (Recursos de Aprendizaje en Abierto, por sus siglas en inglés). Habitualmente estaba organizado por la Open University UK, y desde hace un par de años tomó el relevo la ALT (Association for Learning Technology).
Participan ponentes como  Nicole Allen (SPARC US) [1 abril 11.30h], y Jan Neumann, alemán, del OER World map [2 abril 11h] entre muchos otros. Ver programa

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Hacer una aportación económica





Curso online gratuito: Identidad digital, posicionamiento y promoción de los profesionales de ciencias de la salud (Edición especial)

30 03 2020

Este curso tiene como objetivo que los investigadores y profesionales de Ciencias de la Salud tomen conciencia de la importancia de contar con una identidad digital, aprendan a posicionar y divulgar su labor en Internet, conozcan los requisitos establecidos en las distintas convocatorias de evaluación de la investigación y sepan localizar las métricas por las que será evaluada su actividad investigadora.

Destacar que el curso es fruto de la colaboración entre la UNED y BIBLIOMADSALUD (colectivo de profesionales de las bibliotecas de Ciencias de la Salud en la Comunidad de Madrid).

Mencionar que los contenidos han sido desarrollados por bibliotecarios de hospitales, bibliotecarios universitarios, profesores universitarios, profesionales sanitarios y periodistas científicos, entre otros.

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Covid-19: cómo el intercambio de datos sin precedentes ha llevado a una investigación de brotes más rápida que nunca

26 03 2020

Universo Abierto

Virology Lab Work As Europe On Coronavirus High Alert

Covid-19: How unprecedented data sharing has led to faster-than-ever outbreak research Horizon, 23 March 2020 by Ian Le Guillou

Ver completo.

“El impulso hacia la ciencia abierta, los datos abiertos y los preprints realmente ha cambiado la forma en que experimentamos el discurso científico en este brote en comparación con los anteriores”, dijo el profesor Richard Neher, de la Universidad de Basilea, Suiza.

Los avances en la secuenciación de genes han permitido a los científicos rastrear y monitorear la pandemia de COVID-19 más rápido que cualquier brote anterior. Sin embargo, las lagunas en nuestro conocimiento de cómo funcionan los coronavirus ha dificultado la comprensión de lo que hace especial al nuevo coronavirus.

Cuando se identificó el nuevo coronavirus (conocido formalmente como SARS-CoV-2) en China en enero, los científicos de todo el mundo estaban listos para responder. Toda la composición genética del virus, o genoma, se publicó en línea en cuestión de días. En…

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Informe anual ORCID 2019

24 03 2020

ORCID El proyecto ORCID (Open Researcher and Contribution ID)  sigue creciendo. Ya son más de ocho millones los investigadores que se han registrado y cuentan con un identificador  propio, de los cuales, casi dos millones lo han hecho en el año 2019, a un ritmo de cinco mil diarios. Son datos extraidos del último informe estadístico de la propia organización ORCID 2019 Annual Report.

ORCID  es ya una realidad, se ha consolidado como herramienta de ayuda, en el mundo de la publicación científica, para identificar de foma unívoca el perfil de un investigador, su produción académica , afiliación, métricas, etc en las principales bases de datos bibliográficas.

Si aún no dispone de identificador ORCID, consulta nuestra biblioguía sobre ORCID con toda la información sobre cómo registrarse, utilidades, etc.

 





Nuevo blog para estar informado de los recursos que ofrece la biblioteca durante el período

19 03 2020

Buenos días, os animamos a  suscribiros a las entradas del blog:

La biblioteca también en tu casa

Información de recursos y servicios durante el período de alerta

donde os iremos informando de servicios, recursos y otras cuestiones que puedan ser útiles durante el período no presencial.  Gracias.